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Archive for setembro \27\UTC 2009

[Reverbera]

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“Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho…o de mais nada fazer.”

 

[Clarice]

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[Reverbera]

3513484091_2585b0c8ee

 

“Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho…o de mais nada fazer.”

 

[Clarice]

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[Confusão]

Confusão

[Espirais, oscilações, apertos e dúvidas…]

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[Confusão]

Confusão

[Espirais, oscilações, apertos e dúvidas…]

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[Porta aberta]

porta

 

[Quando olhaste bem nos olhos meus
E o teu olhar era de adeus]

 

Eu disse adeus…


Adeus porque com você sinto a presença do apêndice, da tarceira perna, da qual Clarice contava… Daquela que me impede de andar, mas a qual eu passei a temer a ausência.

Adeus, porque com você meus lábios, minha boca, minha mente dão nó!

Ficam confusos em sua forma “fria” de ver o mundo e as pessoas…


Do sentimento, você aprendeu os atos.

Eu, só sei a completa falta de controle e o arrebatamente que a mim é irresistível.

Do amor, você conhece as letras, o ensaio, a sombra.

Eu, só sei o aperto no peito e a carência de palavras.
HOJE,
Nego-me a ficar atrás da porta! Esta sim já não me cabe mais…
Antes que você vá, eu corro na frente…

Porque vou ao encontro do que há la fora.
Só faça o favor de “passar” a chave e sair tb! 


Tua? Nem pensar! Hoje eu provo é que sou de mim.

 

E do mundo!

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[Porta aberta]

porta

 

[Quando olhaste bem nos olhos meus
E o teu olhar era de adeus]

 

Eu disse adeus…


Adeus porque com você sinto a presença do apêndice, da tarceira perna, da qual Clarice contava… Daquela que me impede de andar, mas a qual eu passei a temer a ausência.

Adeus, porque com você meus lábios, minha boca, minha mente dão nó!

Ficam confusos em sua forma “fria” de ver o mundo e as pessoas…


Do sentimento, você aprendeu os atos.

Eu, só sei a completa falta de controle e o arrebatamente que a mim é irresistível.

Do amor, você conhece as letras, o ensaio, a sombra.

Eu, só sei o aperto no peito e a carência de palavras.
HOJE,
Nego-me a ficar atrás da porta! Esta sim já não me cabe mais…
Antes que você vá, eu corro na frente…

Porque vou ao encontro do que há la fora.
Só faça o favor de “passar” a chave e sair tb! 


Tua? Nem pensar! Hoje eu provo é que sou de mim.

 

E do mundo!

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[Eco]

sozinho

 

[Antes amor, antes ardor, antes a dor…Do que só a indiferença.]

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