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Archive for abril \28\UTC 2010

[O Vazio]

Antes, a saudade e as lembranças que o amor deixara irrigaravam-lhe as palavras e foram até passatempo na espera do encontro de um novo…

Esperava, inclusive que fosse assim; um morreria e outro se levantaria em seu lugar. Mas Tempo, desajustado, deu cabo de um sem mandar outro… e restou esse vázio, essa interseção entre o vivido e o que se há de viver, onde não há encontro… Isso, interseção sem encontro! O não-encontro de si mesmo e do outro!

Vazio, apenas!

Vazio completo… pela ausência e pela presente solidão de si mesmo.

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[O Vazio]

Antes, a saudade e as lembranças que o amor deixara irrigaravam-lhe as palavras e foram até passatempo na espera do encontro de um novo…

Esperava, inclusive que fosse assim; um morreria e outro se levantaria em seu lugar. Mas Tempo, desajustado, deu cabo de um sem mandar outro… e restou esse vázio, essa interseção entre o vivido e o que se há de viver, onde não há encontro… Isso, interseção sem encontro! O não-encontro de si mesmo e do outro!

Vazio, apenas!

Vazio completo… pela ausência e pela presente solidão de si mesmo.

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[Visitem!!!]

DesComportamento!!!

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DesComportamento!!!

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Faltam-te mãos que te aqueçam o corpo, que percorram a solidão do teu desejo. Faltam-te mãos e falta-te o beijo.
Já não te lembras há quanto tempo aí estás prostrada fiando o tempo, urdindo as memórias dos amantes que tiveste, dos momentos de paixão que viveste.
Foi toda uma vida de prazeres, de sexo ao primeiro encontro, de vãs glórias. Foi toda uma vida de carcaças largadas ao vento.
E agora, faltam-te mãos que te aqueçam a solidão. Já moribunda no teu próprio veneno, esperas a visita de quem nunca voltou.
Nesse momento derradeiro, beijarás sua boca salgada, envolver-te-ás num abraço final, de viúva negra que com a morte acasalou.

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Faltam-te mãos que te aqueçam o corpo, que percorram a solidão do teu desejo. Faltam-te mãos e falta-te o beijo.
Já não te lembras há quanto tempo aí estás prostrada fiando o tempo, urdindo as memórias dos amantes que tiveste, dos momentos de paixão que viveste.
Foi toda uma vida de prazeres, de sexo ao primeiro encontro, de vãs glórias. Foi toda uma vida de carcaças largadas ao vento.
E agora, faltam-te mãos que te aqueçam a solidão. Já moribunda no teu próprio veneno, esperas a visita de quem nunca voltou.
Nesse momento derradeiro, beijarás sua boca salgada, envolver-te-ás num abraço final, de viúva negra que com a morte acasalou.

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