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Archive for junho \18\UTC 2010


Diga quando você vai voltar?
Diga ao menos se você sabe
Porque do tempo que passa
Se resgata pouco
E do tempo perdido
Não se resgata nada!
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Diga quando você vai voltar?
Diga ao menos se você sabe
Porque do tempo que passa
Se resgata pouco
E do tempo perdido
Não se resgata nada!

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[1:11]

E mais uma vez, ele esteve com ela:

“Se nascemos sós e ficaremos sós sempre juntos…Mesmo juntos….”

E ela com o coração na boca e a alma em pedaços

“Eu sinto aperto no peito quando vc me fala essas coisas. Porque eu nunca encontrei alguém que falase com tanta verdade sobre seus sentimentos, medos, inquietações…”

[E abaixou e levantou a cabeça, pra continuar]

“E mais…Alguém que ao falar isso, soasse tanto com a voz da minha prórpia alma reverberando”

Mas ele sentenciou:

“Sou sozinho.”

E ela desistiu dele e de si mesma:

“Todos são! No final das contas, a gente se ilude…Mas sempre se é sozinho!”

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[1:11]

E mais uma vez, ele esteve com ela:

“Se nascemos sós e ficaremos sós sempre juntos…Mesmo juntos….”

E ela com o coração na boca e a alma em pedaços

“Eu sinto aperto no peito quando vc me fala essas coisas. Porque eu nunca encontrei alguém que falase com tanta verdade sobre seus sentimentos, medos, inquietações…”

[E abaixou e levantou a cabeça, pra continuar]

“E mais…Alguém que ao falar isso, soasse tanto com a voz da minha prórpia alma reverberando”

Mas ele sentenciou:

“Sou sozinho.”

E ela desistiu dele e de si mesma:

“Todos são! No final das contas, a gente se ilude…Mas sempre se é sozinho!”

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[Arrumar o quarto]

Acorda mais uma vez…E rola!

Envolto em “lençóis amarras” de amores vividos, amores perdidos, sentidos, mentidos…Aos que ele gritou e aos que, silente, se conformou nas noites em que não dormiu.

Pensa em gritar! Gritar, ao menos, para ver se sente e para sentir-se ainda vivo, mas o ensaio não se faz estréia e ainda enrolado se faz conforme e permance inerte, intacto, insensível…

Ele aqui, de volta à margem, tenta escrever sobre o que em geral mente e realizar a catárse que se tornou comum nesse exercício.

Mas o que sente…

Sente?

Não fala.

[Aos companheiros fiéis que continuam visitando esse espaço, mesmo sem atualizações frequentes.]

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[Arrumar o quarto]

Acorda mais uma vez…E rola!

Envolto em “lençóis amarras” de amores vividos, amores perdidos, sentidos, mentidos…Aos que ele gritou e aos que, silente, se conformou nas noites em que não dormiu.

Pensa em gritar! Gritar, ao menos, para ver se sente e para sentir-se ainda vivo, mas o ensaio não se faz estréia e ainda enrolado se faz conforme e permance inerte, intacto, insensível…

Ele aqui, de volta à margem, tenta escrever sobre o que em geral mente e realizar a catárse que se tornou comum nesse exercício.

Mas o que sente…

Sente?

Não fala.

[Aos companheiros fiéis que continuam visitando esse espaço, mesmo sem atualizações frequentes.]

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