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Posts Tagged ‘aqueles que falam por mim’

Meio abraços e seu colo.

Meia nuca e seus beijos.

Meio cobertor e suas pernas.

Meio cama e seu corpo.

Meio sotaques e sua língua.

Meio amor, meio lágrimas, menos dor…

Num homem inteiro a viver.

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Meio abraços e seu colo.

Meia nuca e seus beijos.

Meio cobertor e suas pernas.

Meio cama e seu corpo.

Meio sotaques e sua língua.

Meio amor, meio lágrimas, menos dor…

Num homem inteiro a viver.

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Diga quando você vai voltar?
Diga ao menos se você sabe
Porque do tempo que passa
Se resgata pouco
E do tempo perdido
Não se resgata nada!

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Diga quando você vai voltar?
Diga ao menos se você sabe
Porque do tempo que passa
Se resgata pouco
E do tempo perdido
Não se resgata nada!

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Faltam-te mãos que te aqueçam o corpo, que percorram a solidão do teu desejo. Faltam-te mãos e falta-te o beijo.
Já não te lembras há quanto tempo aí estás prostrada fiando o tempo, urdindo as memórias dos amantes que tiveste, dos momentos de paixão que viveste.
Foi toda uma vida de prazeres, de sexo ao primeiro encontro, de vãs glórias. Foi toda uma vida de carcaças largadas ao vento.
E agora, faltam-te mãos que te aqueçam a solidão. Já moribunda no teu próprio veneno, esperas a visita de quem nunca voltou.
Nesse momento derradeiro, beijarás sua boca salgada, envolver-te-ás num abraço final, de viúva negra que com a morte acasalou.

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Faltam-te mãos que te aqueçam o corpo, que percorram a solidão do teu desejo. Faltam-te mãos e falta-te o beijo.
Já não te lembras há quanto tempo aí estás prostrada fiando o tempo, urdindo as memórias dos amantes que tiveste, dos momentos de paixão que viveste.
Foi toda uma vida de prazeres, de sexo ao primeiro encontro, de vãs glórias. Foi toda uma vida de carcaças largadas ao vento.
E agora, faltam-te mãos que te aqueçam a solidão. Já moribunda no teu próprio veneno, esperas a visita de quem nunca voltou.
Nesse momento derradeiro, beijarás sua boca salgada, envolver-te-ás num abraço final, de viúva negra que com a morte acasalou.

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